Uma semana depois — dou por mim...


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Uma semana depois — dou por mim...

Uma semana depois, percebo que já não sinto que tenha de “aprender a navegar”A verdade é que eu já tinha a minha estrutura organizacional, adaptada ao meu ritmo, à minha forma de trabalhar e àquilo que fui construindo ao longo dos anos, alongo de seis anos!

Mas a mudança chegou e, com ela, uma nova rotina. Uma rotina que exige muito do consultor. Exige, sobretudo, organização, disciplina e capacidade de filtrar, para que tudo aquilo que nos é disponibilizado possa realmente transformar-se em resultados únicos.

Dou por mim a parar o olhar sobre os papéis, sobre as pastas, sobre tudo aquilo que tenho organizado e a pensar: Tenho de redefinir. Melhorar. Inovar.

  • Dou por mim a pensar que aquilo que estou a receber não é apenas para mim. 
  • Dou por mim a pensar em como poderei também transmitir formação, filtrar informação e perceber o que se aplica a cada personalidade daqueles que me acompanham nos bastidores.

Porque uma equipa não é feita de pessoas iguais.Cada pessoa tem o seu ritmo, a sua forma de aprender, de comunicar, de trabalhar e de chegar ao cliente.

E isso leva-me também às minhas redes, ao meu marketing visual e virtual, à forma como me posiciono e à forma como quero continuar a comunicar.

  • Dou por mim a reorganizar a agenda e as prioridades.
E dou por mim a pensar que ainda bem que vou ter quatro dias de pura paz e tranquilidade com os meus tesouros.
Quatro dias para parar.

Para respirar.

Para olhar para tudo isto com alguma distância e perceber o que quero manter, o que preciso de melhorar e aquilo que posso fazer diferente. Porque, no meio de toda esta reorganização, há uma coisa curiosa:

Dou por mim a pensar que tenho tudo para conseguir e, mesmo assim, a ter dúvidas se conseguirei.

E talvez seja exactamente isso que torna este desafio tão verdadeiro.

  • Não tenho todas as respostas.
  • Não sei exactamente como será o caminho.
  • Mas conheço-me.

Conheço a minha capacidade de trabalhar, de aprender, de me adaptar e, sobretudo, de não desistir quando acredito.

  • E então dou por mim a olhar lá para longe... em meados de dezembro.

A sorrir.

Feliz.

A realizar mais um patamar.

Mas talvez o verdadeiro patamar não seja apenas aquele que aparece nos números.Talvez seja o patamar da vida a acontecer.

E, por tudo isto, sigo. Com energia.Com fé.Com dúvidas também.

Mas, acima de tudo,

grata.❤


Gratidão ao Entardecer - Crepúsculo

“E aqueles que foram vistos a dançar foram considerados loucos por aqueles que não conseguiam ouvir a música.”
Friedrich Nietzsche

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