Não atendo telefones. Atendo pessoas.
Não atendo telefones. Atendo pessoas. Há dias em que o telefone toca. Há dias em que recebemos um e-mail. Há dias em que marcamos uma visita. E há dias em que recebemos algo que nos faz parar. Há poucos dias enviei um formulário de satisfação a alguns clientes. Fi-lo com um único propósito: continuar a aprender. Porque acredito que ouvir é uma das formas mais bonitas de evoluir. Esperava opiniões. Esperava sugestões. Esperava críticas, porque também elas nos ajudam a crescer. O que não esperava... era sentir um nó na garganta. Li cada resposta devagar. Voltei atrás. Reli. Em algumas sorri. Noutras emocionei-me. Não pelas palavras bonitas. Mas porque, sem se conhecerem entre si, pessoas diferentes escreveram exactamente sobre a mesma coisa. Nenhuma falou apenas da venda de uma casa. Nenhuma falou apenas do negócio. Falaram de disponibilidade. De confiança. De dedicação. De presença. De esperança. Da importância de alguém que esclarece antes de decidir, que acompanha antes de concl...








