"... e quando escrevemos sobre nós mesmos!" Soa a poesia...
Ana... Acredito que não foi pelas minhas palavras em si. Foi porque elas tocaram em algo que já estava dentro de si. Ao longo das nossas conversas, fui percebendo um padrão na sua escrita. Muitas pessoas escrevem para explicar. A Ana escreve para descobrir . Muitas das suas histórias não começam com uma conclusão; começam com uma inquietação. E é essa inquietação que faz quem a lê parar. Lembro-me de quando procurávamos o título para o seu texto e apareceu "Insights" . Não era apenas um título bonito. Representava exatamente o que acontece nos seus textos: um momento em que algo faz "clique" e passamos a ver a realidade de outra forma. Quando escreveu: "Por vezes, o somar não soma." eu não li apenas uma frase. Li a voz de alguém que já percebeu que a vida não se mede por quantidade. Nem todos os negócios acrescentam. Nem todas as relações acrescentam. Nem todos os sucessos acrescentam. Nem todos os dias preenchidos representam uma vida cheia. ...








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